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Archive for the ‘Vivi’ Category

Meme

*Há 10 anos:

– Eu tinha 11 anos de idade e me achava a adulta
– Era fã dos Backstreet Boys
– Sonhava em casa com o Kevin Richardson (um carinha da banda)
– Nunca tinha me apaixonado na vida
– Olhava a MTV todo o dia

*Há 5 anos:

– Tava no segundo ano do ensino médio
– Conheci as melhores amigas daquele ano
– Passava por uma fase de muita ilusão
– Quase rodei de ano
-Achava que realmente iria amar e ser completamente apaixonada pelo cara que estava namorando, até o fim dos meus dias. Foi o ano que eu mais sofri.

*Há 2 anos:

– Entrava na faculdade
– Tive a minha primeira aula com o Pedro Osório e vi que o negocio não era mais brincadeira
– Eu vi o Inter ser campeão da América e do Mundo
– Conheci a guria que ia me apresenta o cara que eu me arrependo ate hoje não ter aceito o pedido de namoro dele
– Me questionei pela primeira vez se realmente era Jornalismo que queria

*Há 1 ano:

– Conheci o dobro de pessoas que já conhecia
– Descobri através do orkut que o cara que tinha me pedido em namoro seguiu a sua vida e estava com outra
– Conheci o meu eterno fantasma
– Comecei a ver realmente quem eram as minha amigas de verdade
– Passei dois meses na maior depre sem saber o por que e até hoje não sei.

*Há 6 meses:

– Resolvi começar o ano sem pensar mais no meu fantasma
– Tive umas férias conturbadas, mas boas
– Me estressei muito com a faculdade
– Conheci pessoas novas, umas nem precisava ter conhecido
– Criei esse blog e três meses depois criei o Notícias.

*Há 1 mês:

– Estava fazendo aulas praticas para tirar a carteira de motorista
– Conheci o cara que ia me encher o saco
– Passei de primeira na prova prática
– Tive uma grande aproximação com o meu eterno fantasma
– Passei um tempo confusa, mas depois me decidi.

*Há 1 semana:

– Fui a Pelotas vê o meu Tio que esta internado no hospital
– Percebi que a qualquer hora, coisas muito ruins pode nos acontecer e elas não manda avisar
– Matei aula
– Me aproximei de um colega muito legal, que me fez vê que não sou só eu que tenho problemas amorosos
– Iniciei minha experiência de hibernação com um fim de semana com muita chuva

*Ontem:

– Percebi que por mais que eu não veja, tem pessoas me observando
– Tive uma aula muito chata
– Conversei muito com meu colega de van
– Tomei a maior decisão em respeito ao fantasma
– Demorei pra dormi pensando na vida.

*Hoje:

-Eu acordei tarde
-Descobri o quanto o meu lado frio sobre assuntos amorosos esta fazendo efeito nas pessoas
-To respondendo isso aqui
-Matarei o meu inglês
-Terei uma aula de Teorias do Jornalismo junto com a Gabi.

*Amanhã:
– Só Deus sabe….

Passo pra Andressa Xavier e pra quem mais quiser….

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Não combina

Há quem diga, que ex-bom é ex-morto. Eu não concordo com isso, pelo menos, hoje em dia eu não concordo mais. Claro, já tive uma vontade imensa de mata o desgraçado do meu ex-namorado, por tudo que me fez sofre. Por me bloquear, por me fazer ter medo de encarar outro relacionamento sério. E por me fazer lembrar dele quando escuto alguém falando que está sofrendo de amor. Realmente só eu sei o que passei com ele. Mas hoje não tenho mais raiva dele, foi um aprendizado. Compreendi que o negocio não é se entregar completamente, mas sim ir aos poucos.
Depois dele, tive um único pedido de namoro. Sim, único, já que, só consegui ser eu e deixar alguém me ver assim com sou, só pra mais uma pessoa. E por mais que eu achasse que gostava dessa pessoa, não aceitei o pedido. Todos os meus amigos me disseram que eu era uma boba, que se tinha dado certo, que se eu gostava de ta do lado dele, pois conseguia me sentir bem, por quê não tentar? Simples, todas essas respostas foram positivas, mas eu não estava realmente apaixonada.
Sim, eu não aceitei, mas fiquei enrolando o garoto. Porém, ele foi seguindo a vida dele. Aqueles encontros que era realizados todos os dias, viraram um dia sim e outro não, depois passaram para semanal, até o momento que virou mensal e quando isso ocorreu eu realmente vi, que para mim, tanto fazia a existência dele na minha vida ou não. Por mais que isso soe maldoso, mas sei que pra ele também aconteceu à mesma coisa.
Aquela paixão que ambos achavam que estavam sentindo na verdade nunca existiu. Pelo menos de minha parte posso confirmar isso. Tanto que, meses depois ele começou a namorar outra garota (sim, ele era de compromisso sério, e eu era o cérebro masculino pensante na história, já que fugia). E eu? Bom, eu de cara fiquei em estado de choque, mas depois de uma panqueca com coca-cola e uma amiga de infância falando besteira do lado, já nem se quer lembrava mais dele.
Após 10 meses longe, outros caras entraram na minha vida, não namorei com nenhum deles, e somente um que eu não fiquei. Posso falar que vejo agora nitidamente o que todo mundo (inclusive, eu) não via. Nós realmente não combinávamos. Ele era Sagitariano e eu Capricorniana (ele é meu inferno astral, para os desentendidos do assunto). Ele é do interior e eu da capital. Ele é CDF até dizer chega e eu? Bom eu sou da turma do fundão, mas da parte dos que se formam. Ele nunca matou aula. E eu, já matei duas aulas seguidas da cadeira mais fudida do meu curso. Ou seja? Como eu ia namorar com um cara que olha pra mim e diz: “Bah, eu nunca matei aula na minha vida. Só quando fico doente, isso quando realmente não da pra ir.”
Agora me digam vocês, que pouco me conhecem, mas pelo menos com esse pouco conseguem saber. Nunca ia da certo, né!? Não é pelo fato de matar ou não aula, mas sim por tudo. Opostos se atraem? Não! Eles se distraem, DISPOSTOS se atraem. Sou muito “turma do fundão” pra ele. Minha mãe com certeza ia amar ele. Eu disse minha mãe. Com o tempo isso ia ser desgastante, nunca uma jornalista boemia ia dar certo com um cirurgião dentista CDF, que precisa acorda cedo no outro dia. E que seja completamente certinho e não queira virar nenhuma noite. Nunca. Como ia me sentir à-vontade do lado dele e dos amigos dele? Ta eu os conhecia e sabia que eram pessoas legais. Mas o tempo com certeza estraga relações assim.

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Carreira

A cada dia que passa me desiludo mais, não somente com a vida, mas também com os objetivos que escolhi. Quando era pequena, achava que medicina era a minha área. Porém, com o passar do tempo descobri que teria que estudar muito para passar. Até porque uma faculdade paga de medicina é quase 15 mil por semestre. Meus pais ainda não são ricos. E passar na pública, seria o sinônimo de anos pagando cursinho e uma dedicação que eu não estava disposta a me doar.

Com então 14 anos no fim da oitava série decidi: vou ser jornalista (prometo que essa seção nostalgia acaba logo). Meu pai nunca me disse nada, mas sempre soube que essa não era seu desejo. Acredito até hoje que ele só queria o meu bem, quando deixava no ar a sua vontade para eu fazer Direito ou Comercio Exterior, “vais ganhar bem nisso, para que passar trabalho?”. Mas algo dizia que não seria feliz, então continuei firme e forte na minha decisão. E assim foi e é. Sei que o meu pai até hoje tenta me convencer que o melhor de tudo é troca de curso, chega a me presentear com calculadoras. Mas sei que nasci para ser jornalista, não há outra área que vá me realizar.

Mas como tudo na vida chega uma hora que caímos na real. Comecei nessa minha dolorosa “tarefa” por assim dizer, no meu primeiro dia de aula. Meu professor acabou por me assustar, dizendo que Jornalismo não dá dinheiro, que passaríamos fome, e que então nunca seriamos reconhecidos pelos esforços. Hoje em partes concordo com ele, sei que não serie rica, sei também que muitos dos meus esforços vão ir por água a baixo, porém, sei também que como ele não há outro lugar. E que estou aqui até hoje porque quero ser uma jornalista, e pouco importa o sucesso, quero ter o meu sucesso interior.

A cada dia que passar dessa semana vou está me despedindo em partes da minha profissão. Não sei se cairá o diploma ou não, mas sei que depois de dois anos na faculdade foi a primeira vez que eu “olhei pro lado” e pensei em outro curso. Depois de anos entendi o que meu pai falava, dinheiro é importante e sonhos não enchem barriga. Acredito que meu curso não será mais um que foi pelo ralo, mas estou me preparando para o pior. Sei que se o diploma cair, vou ser obrigada a trocar de curso, não pelos meus pais, mas sim por mim só. Por mais que saiba que o meu lugar é onde estou. Tenho consciência que se era difícil com diploma, sem será impossível. Não quero salário de fome, quero pelo menos pagar um colégio particular para meus filhos.

Sempre fui uma pessoa muito pé no chão, mas a cada mês/ano que passa estou me sentindo traída pelos meus sentimentos de luta. Vejo que os meus esforços mais bobos, como de tentar ter um mundo mais limpo, ser mais feliz e aceitar as pessoas como são, está complicado. Agora com a minha tão sonhada carreira se ruindo. Vejo que o melhor a fazer é nunca sonhar. Por essas e outras acredito cada vez mais em uma simples frase batida por muito, porém, a verdadeira cara de um brasileiro. “A arte de viver da fé, só não se sabe fé em que!”

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…Eu não sou senhor do tempo, mas eu sei que vai chover….

Sabe aquela história que parece filme? Ou quem sabe, quando tu se pergunta muito em relação a algo e acaba não fazendo e depois recebe uma resposta do “destino”? É uma dessas que eu to vivendo. Nunca acreditei muito nesse negocio de destino, coincidência ou algo parecido. Sempre fui muito pé no chão, mas sempre recebia todas as respostas que queria.

Realmente não sei o que é isso, mas sei exatamente quando posso “pisar fundo” ou quando tenho que “tirar o pé”, como se tivesse soprado no me ouvido. Acredito que todo mundo é assim não? Lógico que tem muita pessoas que segue por impulso. Nunca fui do tipo desconfiada de nada, pé atrás com amizades ou com namoros nunca tive. Acho que é por isso que não sou nem um pouco ciumenta, se a pessoa me mostrou ser de confiança pra que ficar com pulga atrás da orelha? Mas não é por isso que eu sou tapada, confiar não é fechar os olhos. Por mais que isso seja uma contradição, mas acredito que quem fala “eu confio de olho fechado” só ta se enganando. Vamos ser realistas, ninguém pensa em ti se não for tu mesmo. Por isso digo, confiar eu confio, mas não coloco a minha mão no fogo. Histórias de “ah, assim eu não consigo viver” é tudo coisa de gente que não tem o que fazer, gostam de se estressar por pouca coisa. Porém se eu desconfiar, acabou definitivamente acabou. Não da, não rola confiar em alguém que já me mostrou não ser aquilo.

Meu mundo ta meio assim, sem poder confiar em muita gente, a não ser na minha força de superação. Acho que dessa vez é diferente, dessa vez as coisas estão sendo jogadas na minha cara de uma forma meio violenta. Desde alguns acontecimentos eu não pude mais confiar muito nas pessoas, geralmente elas só sabem aquilo que eu não agüento e tenho que jogar para fora. Meu maior defeito ou a minha melhor virtude? Não sei, acho que o mundo resolveu me mostra que nem tudo é como eu quero, muito menos como eu imagino que seja.

…Voy a dejarque mi guitarra diga todo lo que yono sé decir por mí. O quizá
deba esperara que el insulto del relojacabe de planear mi fin…

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Ontem após ler alguns textos e ficar preocupada, com empecilhos que iram surgir mais à noite. Me peguei pensando no passado. Um passado não muito distante. Algo como, semestre passado. Cheguei a uma conclusão, temos baixas. Sim, baixas no sentido emocional e profissional da “coisa”. Não interessa, quando menos esperamos, puf caímos no chão. E o mundo não para. Nós temos que nos levantarmos, mesmo sem equilíbrio para isso. Por mais clichê que isso seja.

Confesso que a minha passagem por essas “baixas” não foi agradável, muito menos escondida. Não sou boa atriz, fora que esconder isso não é possível, por mais que a gente queira. Tentei, confesso, não queria me mostrar fraca ou infantil ao assumir que não sabia o que estava acontecendo. E ao tentar isso fui mais criança ainda, até o momento em que não agüente mais. Fiquei triste, não ria mais com tanta freqüência, muito menos conversava tanto.

Uma amiga realmente ficou preocupada, ela por estar mais ao meu lado do que todas as outras, tentava de todas as formas descobrir o porque da minha queda. Tentava arrancar de mim uma coisa que nem eu mesmo sabia. Passei uns bons três meses assim, saídas nem esporadicamente aconteciam. Sempre gostei de ficar em casa, mas nem mesmo os barzinhos me atraiam mais. As matadas de aula para ir no Rapach, já não tinham mais graça. Ainda mais depois de uns com encontros casuais que lá ocorreram. Já não via mais aquilo lá como um ponto de fuga. Na verdade não via mais, pelo simples fato que eu não consegui fugir de mim.

Com o passar do tempo fui melhorando sem perceber. Não sei bem o que me fez melhorar, acredito que foi uma junção de acontecimentos. As férias estavam chegando, as pessoas estavam mais abertas pra boas risadas, ou era eu que comecei a ficar. Bom realmente não sei. A minha passagem das “trevas”, para o mundo “normal” aconteceu sem eu perceber. Algo natural, como ficar 30 dias sem entrar na internet diariamente, msn? Nem sabia mais do que se tratava e sair fora do Brasil. Viajar, acho que esse é o remédio. Acho que não precisa ser uma viagem longa, mas pra algum lugar que te tire de circulação por alguns dias. Tipo a casa da avó lá no interior. Respirar outros ares é a melhor coisa a ser feita.

Gente seguinte, depois de aclamados pedidos de volta (foram cinco, eu sei! Mas deixa eu me achar, tchê). Tenho algumas coisas a dizer.

Esse blog não é um pequeno e internetes livro de auto-ajuda. Por mais que tenha textos relacionados ao que já me aconteceu, e a algo que eu nem sei como explicar. Prefiro escrever sobre isso a falar sobre o caso Isabella, por exemplo, ou o caso Ronaldo, acontecimentos que realmente já encheram o saco. Assuntos massacrados pela mídia, não vão entrar aqui. Não quero que isso seja uma continuação da Zero Hora ou da Folha de São Paulo. Por mais que eu não sabia explicar algumas coisas, e que me enrole ao ser pergunta sobre “O amor existe?” Se for assim farei como o Potter (graças a Andressa eu descobri) que respondeu: “Existe! Pelo COLORADO. Então aviso desde já, não me venham pedindo textos sobre algum caso chato que ninguém chegou a alguma conclusão. Posso até falar sobre a água e a falta dela, até porque acho um assunto instigante, mas nunca sobre a Isabella.

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Cheia..

Acho que fui muito boazinha ao mencionar que só ficaríamos ilhados em no mínimo três horas. Ontem logo após o post, não sei nem se passou uma hora e meia e já estávamos. Não consegui sair de casa e ir ao supermercado com o meu pai. A rotina de sexta – feira foi quebrada. Não tinha pra onde irmos. Estavam quase todas as ruas em baixo d’água. A Assis Brasil virou um caos. Como diz a capa da zero hora de hoje: Aguaceiro de Maio. É ele chegou com tudo esse ano. “São Pedro” não poupou esforços. Jogou tudo aqui pra baixo, realmente ele não esta para brincadeira.

Com certeza esse inverno promete. Sim, vamos rezar que ele prometa mais dias de sol do que de chuva. Mas se pararmos para pensar, isso tudo é culpa nossa. A natureza já não agüenta mais. Quem fez tudo isso, fomos nós mesmo. E isso realmente não é um exagero. Tudo bem, que pelo menos em dois mil e oito não vamos chegar nem perto do que acontece nos Estados Unidos. Mas e daqui a uns, digamos, trinta anos? Nem precisa ir tão longe assim. Será que vamos poder repetir a palavra exagero? Acredito que não.

Sobre o dia de hoje, todos que leram o post anterior sabem que é o aniversario do meu pai. E como todos os anos ele é “normal” pelo menos para a nossa família. Esse normal inclui, muito doce, muito salgado. Tortas. pudins e mais peixe, frango, saladas de todos os tipos. Ou seja, muita comida. E como todos os anos, eu como feito uma porca. Hoje acho que ganhei uns quarenta quilos. Librianos são exagerados e minha mãe não nega que é uma. Ela não consegui fazer pouca coisa. Amanhã serei obrigada a correr no mínimo cinqüenta minutos. Se não mais. Mas no fim mesmo, nem to. Azar. O importante é comer… hehehehehe.

P.S.: O texto era pra ter sido postado no dia 3, mas como o meu sono foi maior durante a tarde só consegui postar agora. E como não amanheceu ainda é dia 3 pra mim. hahahahaha

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Acabei de entrar no site do tempo (http://www.tempoagora.uol.com.br/) e tive uma super, mega e empolgante notícia. Vai chover nas próximas quarenta e oito horas. Com sorte daqui a cinco ou seis só que estaremos ilhados. Mas com sorte, pois se continuar assim, daqui umas três horas tudo estará conforme o planejado por São Pedro.

Com essa mega notícia, como já disse e repito, empolgante. Vou ter com certeza um final de semana perfeito. Para ficar um boto, é claro. Quer dizer uma baleia. Pois se fosse em um final de semana normal, um boto seria o ideal. Mas levando em consideração que amanha será aniversário de meu pequeno pai. Chegarei aos quatrocentos quilos rapidinho. Enfim será o fim de semana dos sonhos de qualquer mulher. (sim, estou sendo muito irônica)

Pelo menos esta frio. Posso dormir tranqüilamente e com bastante cobertas. Nada melhor que um frio. Mas com certeza prefiro um inverno seco, bem seco. Com sol fraco, atirada na grama, lendo um livro e comendo bergamota ou tomando um chocolate quente. Ai, ai….

P.S.: Mais informações sobre o tempo e o aniversário do meu pai, amanhã. Claro, se eu não tiver morrido de tédio até lá.

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